Queiroz & Galvão

Estrutura Curricular

Apresentação expositiva, com abordagem teórica e prática, através da elaboração de exercícios práticos pelos participantes ao longo do curso, onde o mesmo poderá exercitar os conceitos teóricos de forma prática, facilitando assim a sua aplicação e operacionalização em sua rotina diária.
Complementando a metodologia de ensino, também serão incentivadas discussões entre os participantes, visando à troca de experiências em diversos ramos de atividades.

CURSO DE IRPJ E CSLL DIFERIDOS
10, 17 e 22 de Julho de 2015

Cronograma de Aulas

1. INTRODUÇÃO

Conceito de Imposto de Renda Corrente;
Conceito de Imposto de Renda Diferido;
Principais definições em BRGAAP – CPC 32;
Definições do IFRS – IAS 12 – Convergência
Argumentos contra e a favor da alocação

2. BRGAAP/IAS12/USGAAP (FAS109) – ASPECTOS DA LEI 12.973/14

Lucro Tributável versus Lucro Contábil;
Diferenças Temporárias Tributáveis;
Diferenças Temporárias Dedutíveis;
Diferenças Permanentes;
Postergação do Tributo – Base conceito e necessidade de mensuração;
Prejuízos Fiscais;
Quando constituir IR diferido sobre prejuízos fiscais;
Como tratar Empresas que vem de um cenário de prejuízo;
Projeção dos lucros tributáveis (projeção/trazer a valor presente/taxa de desconto/perpetuidade);
Quando constituir provisão p/ perdas em IFRS e USGAAP (Valuation Allowance);
Avaliação dos cenários atuais e avaliações futuras para mensurar as perspectivas de realização;
Ativos/Passivos Fiscais Diferidos – Reconhecimento de IR Diferido;
Evidenciação (Notas Explicativas);
Diferenças entre CPC 32 X IAS 12 X USGAAP X Lei 12.973/2014;
Contabilizações para fins de Balanço Individual, Consolidado Local (BRGAAP) e Consolidado em IFRS.

3. BALANÇO INDIVIDUAL

Como constituir e calcular o IR diferido considerando as diferenças temporais entre contabilidade e as fiscais focando o LALUR (e-LALUR), FCONT e ECF, considerando os novos procedimentos da LEI 12.973/2014, IN 1397/2013 e a recente IN 1422/2013(ECF);
Como analisar o que pode ser diferido;
Efeito das adições permanentes na taxa de imposto de renda;
Conciliação da taxa oficial e efetiva para fins locais.

4.BALANÇO CONSOLIDADO BRGAAP X IFRS

Como constituir e calcular o IR diferido considerando as diferenças de consolidação local, como o lucro não realizado oriundo em transações intercompany;
Como avaliar as diferenças para identificar se são temporárias ou permanentes visando promover a constituição ou não do IR Diferido;
Efeitos nas taxas consolidadas e conciliação da taxa oficial com a taxa consolidada;

5.CONSOLIDAÇÃO DE SUBSIDIÁRIAS E COLIGADAS NO EXTERIOR

Avaliação do IR Diferido nos ganhos e perdas de conversão de moeda, apuração da equivalência patrimonial e consolidação local dessas bases situadas no exterior pela Controladora no Brasil;
Efeitos nas taxas consolidadas e conciliação da taxa oficial com a taxa consolidada;
Análise da nova tributação dos lucros no exterior proposta ela LEI 12.973/2014 e seu impacto na alíquota efetiva de imposto de renda;

6.ADOÇÃO INICIAL DAS NOVAS NORMAS X LANÇAMENTOS NO FCONT/RTT

Aspectos Relevantes na Primeira Adoção IFRS;
Avaliação do IR Diferido nos lançamentos de adoção inicial das novas normas e como controlar sua realização, quando comparado aos lançamentos efetuados no FCONT/RTT.
Impactos na IN 1397/2013, LEI 12.973/2014 e MP 1422/2013 (ECF) no IR Diferido FIN 48 – Incertezas Relativas aos Tributos sobre a Renda
Introdução e Escopo;
Avaliação, Reconhecimento e evidenciação Exemplo de relatório.

O IPEC-RJ se reserva o direito de adiar ou cancelar o Curso em função de limite de vagas e número mínimo de alunos por turma.

Valor do Investimento

Sob consulta

 

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